09/04/08

Parem...

O chilrear do pássaro


Valencia

Olha o passarinho!

The Offspring - L.A.P.D.

Uma visão sobre a democracia estado unidense (Los Angels Police Department)

06/04/08

Zapatismo, Poder e Estado


Seminário com John Holloway
9 de Abril. 18H
ICSTE - Aud.B203
Inscrições até 7 de Abril por e-mail para:ceas@iscte.pt
Entrada Gratuíta.Lugares Limitados

O levantamento zapatista mudou a ideia de transformação social radical, constituindo-se como um desafio prático e teórico que exige reflexão e debate. O que pode significar querer mudar o mundo sem tomar o poder? O que é uma política de dignidade? O que significa afirmar "caminhamos perguntando"? Que sentido pode adquirir o zapatismo na cidade? É sobre estas questões que se debruçará o seminário.
John Holloway nasceu em Dublin. Professor da Universidade de Edimburgo desde 1972, é desde os anos 70 um dos mais destacados dinamizadores da corrente conhecida como Open Marxism. Actualmente é professor na Benemérita Universidad Autónoma de la ciudad de Puebla, no México. Publicou livros e ensaios em vários países, de Post Fordism and Social Form - a Marxist debate on the Post-Fordism State até Zapatista! Reinventing revolution in México. Em 2002 publicou Changing the World without Taking Power – The Meaning of Revolution Today, livro também publicado no Brasil com o título Mudar o Mundo sem Tomar o Poder – O Significado da Revolução Hoje. Este livro, ao pôr em cima da mesa questões tais como a crise do sujeito revolucionário "clássico", a crítica da noção de revolução enquanto estrutura de poder e dominação, a centralidade do trabalho abstracto na ideia estatocêntrica de revolução ou, ainda, a ideia de autonomia como forma política anti-totalizadora do sujeito transformador, colocou o pensamento de John Holloway no centro de um intenso e polémico debate político e teórico, travado desde a França até à Argentina.

Moinhos


7 de Abril - Dia Nacional dos Moinhos

Vaso Grego


Os gregos tinham uma lenda segundo a qual o fogo teria sido entregue aos mortais por Prometeu que o roubara a Zeus. Devido à importância do fogo, em muitos templos eram mantidas chamas acesas permanentemente. Este era o caso do templo de Hestia na cidade de Olímpia. Segundo se sabe, a tradição de manter um fogo aceso durante os Jogos Olímpicos remonta à antiguidade, quando se efectuavam sacrifícios a Zeus. Nessas cerimónias, os sacerdotes acendiam uma tocha e o atleta que vencesse uma corrida até ao local onde se encontravam os sacerdotes teria o previlégio de transportar a tocha para acender o altar do sacrifício. O fogo era então mantido aceso durante os Jogos como homenagem a Zeus.

Momentos Digitais


Antonio Jorge Goncalves
Som:Nuno Rebelo

Gun Project

Poluição

05/04/08

Rei


Antonio Jorge Goncalves e Rui Zink.
Som: Jun Miyake

Ginjinha


O consumo de ginjas pode reduzir os níveis de colesterol e açúcar no sangue e o armazenamento de gordura no fígado, prevenindo o desenvolvimento de doenças do foro cardíaco e diabetes.

03/04/08

A Festa do Jazz Português


No S. Luiz
5 e 6 de Abril das 14H às 2H
Toda a informação em www.teatrosaoluiz.egeac.pt

China

OliveTree