14/01/10
Guerreiros Kalenji
Cão que Morre não Ladra
"Cão que ladra não morde. Disso já todos sabíamos. Embora alguns canídeos fugissem à regra. Agora “Cão que Morre Não Ladra”: será que alguém teria já pensado nisso? Pois, dirão muitos: se está morto, não ladra! E porque não!? No palco tudo, mas mesmo tudo é possível. Até mesmo ladrar estando morto. Ladrando ou não – para tirar teimas é favor ir ao Chapitô ver este espectáculo -, a verdade é que esta é uma comédia negra sobre a morte. Do génio de John Mowat e dos seus intérpretes nasceram um texto, uma história e uma família: pai, mãe, filho e cão. Família sui generis, despedaçada e dividida que, finalmente, une esforços perante uma tragédia. Unidos vencerão? E o cão?" Teatro Chapitô, Rua Costa do Castelo, nº7
17 Janeiro a 21 Fevereiro
17 Janeiro a 21 Fevereiro
5ª a Domingo, às 22H
10€ (+ descontos)
10€ (+ descontos)
12/01/10
11/01/10
10/01/10
Filhos de um deus menor
Chamam-lhe casamento. Mas não é. É a prova legislada de que Portugal é um país onde práticas discriminatórias se tornam lei. O que a Esquerda parlamentar aprovou é o absurdo. De facto e de jure diz aos homossexuais que podem fazer tudo como "os outros". Menos cuidar de crianças. Porque aí o partido de Sócrates "ainda" tem reservas. Pelo menos nesta legislatura. E por isso as cautelas com o bem-estar das crianças foram vertidas em forma de diploma. Porque o Partido Socialista tem reservas quanto aos homossexuais como educadores de infância. Porque "os superiores interesses das crianças" têm de ser salvaguardados. Logo, não estão salvaguardados com estes casamentos. Se tivesse confiança nos homossexuais para cuidar de crianças, Sócrates não fazia uma lei a dizer que não tinha.
E foi o que fez. E por força dessa lei de Sócrates, os homossexuais ficarão obrigados a usar nesta República centenária uma braçadeira branca com um triângulo cor-de-rosa a clamar pederastia. E ainda outra. No outro braço. A advertir que por isso, logo por causa disso, a República não lhes confiará crianças. Porque a república de Sócrates não confia que pais homossexuais possam cuidar devidamente de crianças.
A lei de Sócrates coloca braçadeiras nos homossexuais que caiam no logro de se incriminarem. Depois, esteriliza-os. Impedindo-os de constituir família pelo único meio que podem. Porque se o mundo dos afectos é complexo, o da biologia é impiedoso. Por isso, o partido de Sócrates vai ter de legislar mais para manifestar as suas "reservas" sobre a procriação medicamente assistida em casais homossexuais. Senão a sua "lei" ainda é mais absurda. Ou então vai ter de legislar e dizer que se enganou. Que é o que vai acontecer. E que afinal os homossexuais podem ser bons pais e boas mães. Mas só para a próxima legislatura. Quando o seu aparelho estiver a esgravatar outra vez votos. E então o slogan será: trouxemos aos homossexuais a felicidade do casamento. E agora vamos trazer-vos a da paternidade. Ou da maternidade. Porque, dirá o slogan, os homossexuais portugueses, afinal, são gente de bem que passaram a prova de idoneidade que Sócrates lhes impôs. Venceram o período probatório e podem tirar as braçadeiras.
Deu muito trabalho a trazer isto para Portugal, dirá Sócrates em campanha. Mas o trabalho liberta. Mais uma legislatura e deixam de ser assimilados a cônjuges. Passam a ser de jure cônjuges. Até lá, a República não pode entregar as suas crianças aos cuidados de homossexuais.
O estranho é que a Esquerda (quase) toda se deixou levar por (mais) esta manifestação do insuportável tacticismo a que consegue chegar o aparelho partidário que Sócrates capturou. O país devia ter-se pronunciado sobre tudo isto. Sobre o que fizeram aos homossexuais e ao casamento. De facto, vai ter de se pronunciar. Isto foi longe de mais.
Mário Crespo
http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=M%E1rio%20Crespo
E foi o que fez. E por força dessa lei de Sócrates, os homossexuais ficarão obrigados a usar nesta República centenária uma braçadeira branca com um triângulo cor-de-rosa a clamar pederastia. E ainda outra. No outro braço. A advertir que por isso, logo por causa disso, a República não lhes confiará crianças. Porque a república de Sócrates não confia que pais homossexuais possam cuidar devidamente de crianças.
A lei de Sócrates coloca braçadeiras nos homossexuais que caiam no logro de se incriminarem. Depois, esteriliza-os. Impedindo-os de constituir família pelo único meio que podem. Porque se o mundo dos afectos é complexo, o da biologia é impiedoso. Por isso, o partido de Sócrates vai ter de legislar mais para manifestar as suas "reservas" sobre a procriação medicamente assistida em casais homossexuais. Senão a sua "lei" ainda é mais absurda. Ou então vai ter de legislar e dizer que se enganou. Que é o que vai acontecer. E que afinal os homossexuais podem ser bons pais e boas mães. Mas só para a próxima legislatura. Quando o seu aparelho estiver a esgravatar outra vez votos. E então o slogan será: trouxemos aos homossexuais a felicidade do casamento. E agora vamos trazer-vos a da paternidade. Ou da maternidade. Porque, dirá o slogan, os homossexuais portugueses, afinal, são gente de bem que passaram a prova de idoneidade que Sócrates lhes impôs. Venceram o período probatório e podem tirar as braçadeiras.
Deu muito trabalho a trazer isto para Portugal, dirá Sócrates em campanha. Mas o trabalho liberta. Mais uma legislatura e deixam de ser assimilados a cônjuges. Passam a ser de jure cônjuges. Até lá, a República não pode entregar as suas crianças aos cuidados de homossexuais.
O estranho é que a Esquerda (quase) toda se deixou levar por (mais) esta manifestação do insuportável tacticismo a que consegue chegar o aparelho partidário que Sócrates capturou. O país devia ter-se pronunciado sobre tudo isto. Sobre o que fizeram aos homossexuais e ao casamento. De facto, vai ter de se pronunciar. Isto foi longe de mais.
Mário Crespo
http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=M%E1rio%20Crespo
A Dupla Vida de Véronique
de Krzysztof Kieslowski
Romance e mistério. Um filme belissimo. A ver ou rever.
1984
Não havia na cabeça dela um pensamento que não fosse uma palavra-de-ordem, nem havia uma única imbecilidade que não fosse capaz de engolir se o Partido lha impingisse. Puseram-lhe a alcunha de “Cassete humana”, às escondidas.
George Orwell
George Orwell
08/01/10
Isto é bom?
Realização da avaliação de dois em dois anos;
Existência de quotas na atribuição das classificações mais elevadas: "Muito Bom" e "Excelente";
Para acederem a estas notas elevadas, os docentes vão ter de requerer a observação das suas aulas;
Os professores avaliados com "Bom" que não acedam ao 5.º e 7.º escalões por falta de vaga terão de esperar no máximo três anos em cada um dos momentos para progrediram na carreira, num total máximo de seis anos de espera.
07/01/10
8 Jan: Vem celebrar o casamento sem uma venda nos olhos!

Dia 8 de Janeiro, sexta-feira,
- antes das 10h (hora de entrada) junto às portas da Assembleia da República (para assistir ao debate parlamentar);
- e/ou logo depois da votação (que deverá estar concluída pelas 13h) nas escadarias (onde se juntarão associações e activistas, nomeadamente e o casal de mulheres que foi o rosto da luta pelo acesso ao casamento, Teresa Pires e Helena Paixão):
VEM CELEBRAR O CASAMENTO SEM UMA VENDA NOS OLHOS!
A quem a alegria pela aprovação do alargamento do acesso ao casamento a todas as pessoas não impede de ver que o projecto-Lei que tem condições para ser aprovado na sexta-feira introduz simultaneamente discriminações até agora não existentes na Lei, nomeadamente relativamente à adopção, à inseminação artificial e ao conjunto dos direitos parentais das pessoas LGBT.
A quem o avanço de um direito não faz esquecer que ele irá ser reconhecido através de uma má Lei;
Para quem sabe que a luta pelo reconhecimento dos direitos ligados à homoparentalidade não começa no dia 8, porque sempre nos batemos por eles;
Para quem a celebração pelo reconhecimento de um direito não é cega à negação simultânea de outros;
Para quem entende que a conquista de direitos não deve fazer-se à custa de outros direitos e que há outras formas de conseguir as mudanças legais necessárias;
Para as pessoas que queiram festejar o fim de uma desigualdade sem calarem a indignação perante a criação simultânea de novas desigualdades legais.
Para quem entende que no dia 8 não se pode apenas celebrar, mas é fundamental criticar as discriminações que a lei explicita e exigir soluções que respeitem a vida das pessoas.
VEM CELEBRAR SEM UMA VENDA NOS OLHOS!
http://panterasrosa.blogspot.com/
Maria Mata-os
Primeiros Sintomas apresenta
O Parque Mayer está a arder e a Revista volta Mayor ao Maria Matos!
Novíssimo! Uma Revista com forma e conteúdo!
E mais bizarro, com forma no conteúdo e com conteúdo na forma!
Um verdadeiro pastel de nata!
Um espectáculo português para o povo e pró burguês!
É a revista nacional, para quem está bem e para quem está mal!
É a revista dominante, para o acanhado e para o pedante!
É a revista sem rival, leite frio e natural!
Um ramalhete!
Maria Matos
Sala Principal
12 Janeiro a 20 Janeiro (excepção domingo dia 17) às 21h30
06/01/10
05/01/10
04/01/10
Quem manda?

Situações graves de pobreza e exclusão social na Madeira.
Maria Cavaco desvaloriza pobreza na Madeira DN.18.04.2008
pobreza na Madeira Público.4.01.2010
03/01/10
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