13/02/10

Novo Ano Chinês

Ciclo de Cinema
Centro Científico e Cultural de Macau
Rua da Junqueira, 30

Dias 17, 18 e 19 de Fevereiro
às 18h30
Entrada Livre

Vida Dupla, Casa Arrumada




Ermida Nª Sª Conceição
Travessa do Marta Pinto, 21


13 de Fev. a 14 Março
Ter-Sex: das 11h-17h
Fins-de-Semana: das 14h-18h


Entrada Livre

Paisagens 34

12/02/10

O lugar que o corpo ocupa



Exposição e Performance Colectiva
Biblioteca Orlando Ribeiro
1 a 27 de Fevereiro de 2010

11/02/10

Deus está morto

Deus está morto: mas, considerando o estado em que se encontra a espécie humana, talvez ainda por um milénio existirão grutas em que se mostrará a sua sombra.

A Gaia Ciência - Friedrich Nietzsche

Adeus


Mário Viegas diz Eugénio de Andrade

C.t.t- destruição

10/02/10

transporte

Itinerário Cultural

Frase do dia


morrer saudavel para quê?

Animação

Les jeunes fille et les nuages (2000)


78 Tours (1985)


George Schwizgebel

08/02/10

Quando os nossos corpos se separam

quando os nossos corpos se separaram olhámo-nos quase a desejar ser felizes.
vesti-me devagar, o corpo a ser ridículo. disse espero que encontres um homem
que te ame, e ambos baixámos o olhar por sabermos que esse homem não existe.
despedimo-nos. tu ficaste para sempre deitada na cama e nua, eu saí para sempre
na noite. olhamo-nos pela última vez e despedimo-nos sem sequer nos conhecermos.

José Luís Peixoto

Joana Amendoeira - Sopra o Vento

06/02/10

300 Mentiras

de Pilar Albarracín














Galeria Filomena Soares
R. da Manutenção, 80
21 Jan a 6 Mar 2010
Ter a Sáb: 10h-20h
Autocarros: 28, 81

Utilizando a fotografia, Pilar Albarracín constrói, modifica ou recria momentos da história expondo "acontecimentos reais" que, na realidade, nunca ocorreram. Assim, a artista traz ao campo da arte um debate que tem permanecido aberto na historiografia desde os anos oitenta do século XX, altura em que o historiador britânico Benedict Anderson abalou alguns pilares da disciplina com a questão "... E se, pelo contrário, a "antiguidade" fosse, em certas conjunturas históricas, a inevitável consequência da "novidade?".
"... A chave interpretativa da sua obra reside no imaginário colectivo e no sistema de símbolos interiores que actuam como repositórios das ligações de significados entre a mentira representada e a possível realidade histórica subjacente. Cada fotografia que dá expressão ao projecto é uma obra em si mesma, dotada de autonomia e portadora dos seus próprios significados. No entanto, fios subtis ligam cada uma das imagens às outras, conferindo-lhes a coerência de um sistema sustentado pelos motivos que revelam toda a trajectória da artista. Cada "mentira", perfeitamente identificável com um determinado momento histórico, uma tradição, um contexto ritual ou uma fase da existência, é atravessada por conteúdos mais abrangentes nos quais a artista se apoia: a identidade procurada, negada ou afirmada; as culturas baseadas no género; a tensão entre a vida e a morte; a luta pelo poder como fenómeno ancestral e actual; as assimetrias sociais, de género, étnicas e de estatuto social; a submissão ao poder estabelecido..."

A Vida

Seabear - I Sing I Swim

05/02/10

Street Kids - Propaganda

Arqueologia musical - Playback of the song "Propaganda" on TV studios in 1981

Função Pública


Aumentos salariais dignos

04/02/10

Ainda em Luta

Manifestação Nacional da Administração Pública

5 Fevereiro 2010
15 H

Praça dos Restauradores até ao Ministério das Finanças

Registos de Luta

Alunos dos ensinos básico e secundário
4 Fevereiro 2010










Enfermeiros
27, 28, 29 de Janeiro 2010

Abuso de autoridade

Censurados - Tu ó Bófia

uma música com 20 anos

4 Exposições em Simultâneo

Há alturas em que “a arte para todos os gostos” acontece mesmo.

Fábrica Braço de Prata
R. Fábrica Material de Guerra
Poço do Bispo

Dia 4 de Fev. a partir das 19:30H
Entrada Livre

03/02/10

A arte de dar graxa


Acabar com as quotas na avaliação de desempenho dos funcionários públicos e impedir os despedimentos com base em avaliações negativas ou alteração de mapa de pessoal.

02/02/10

O Fim da Linha

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil ("um louco") a necessitar de ("ir para o manicómio"). Fui descrito como "um profissional impreparado". Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como "um problema" que teria que ter "solução". Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): "( ) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre ( )". É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser "um problema" que exige "solução". Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos "problemas" nos media como tinha em 2009. O "problema" Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi "solucionado". O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser "um problema". Foi-se o "problema2 que era o Director do Público. Agora, que o "problema" Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais "um problema que tem que ser solucionado". Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Mário Crespo

PS: Mário Crespo chamou-lhe "O Fim da Linha", é na minha opinião o retrato de um Yes-Sistema incorporado há muito ao nível nacional, neste caso com os protagonistas do costume, mas se fosse com o PSD no governo a situação não seria diferente.

Rostos 94

Pequeno Almoço


Os alunos precisam de alimentos saudáveis e nutritivos para obter bons resultados escolares. Carências alimentares diminuiem a capacidade de concentração, bem como o rendimento físico e intelectual de uma forma geral.

A incapacidade económica, associada a situações de desemprego, sobreendividamento são algumas das razões para as carências alimentares dos alunos.

Para quando um alargamento e reforço dos apoios da acção social escolar (na alimentação, material escolar e das famílias)?

Hospitais Privados

Desde Novembro que estou à espera de uma consulta para Março no Hospital dos Lusíadas.
Hoje fiquei a saber que a consulta foi adiada para mais tarde.
O comentário repetido inúmeras vezes foi:
“Eu compreendo, mas não posso ajudar”.

Os hospitais privados continuam a marcar rapidamente consultas e exames a clientes particulares que pagam na hora, e a demorar meses a atender os beneficiários da ADSE.

Qual é o critério? A ordem de chegada ou a fonte financiadora dos utentes?