09/07/08

SKA-P - Poder P'al Pueblo

Power to the people


A TERCEIRA MÃO

A terceira mão é uma outra hipótese
tentada: a reunião por um anel de fogo
de dois que nada nem outrém ligariam,
a terceira mão é a mão que te empurra
para território desconhecido e aquela
que te guia em terra de ninguém: no pavor
que abala a noite do teu corpo,
que abalado fora antes pela alegria;
o susto erguido do desequilíbrio
a vibrar por dentro das cordas
que te emprestam -
por quanto tempo mais? - o equilíbrio;
a desesperada repetição do sonho
em que olhas para trás
e nada vês já
a não ser
a extensão da neve
que rápida e elástica apagou
os vestígios do corpo
que nela se abatera.

Manuel Gusmão


contributo do zeca para a farpa

Little John - Smoke Ganja Hard



Não há acordo para a precariedade

08/07/08

mééé

Reciclar

Não há fronteiras

Che Guevara

"Não há fronteiras nesta luta de morte, nem vamos permanecer indiferentes perante o que aconteça em qualquer parte do mundo. A vitória nossa ou a derrota de qualquer nação do mundo, é a derrota de todos."

sarkosy surveille

Kortatu - Zu atrapatu arte

Abolish Capitalism

Quantos são?

03/07/08

«O acto sexual é para ter filhos»

disse na Assembleia da República, no dia 3 de Abril de 1982, o então deputado do CDS João Morgado num debate sobre a legalização do aborto.

A resposta de Natália Correia, em poema - publicado depois pelo Diário de Lisboa, em 5 de Abril desse ano - fez rir todas as bancadas parlamentares, sem excepção, tendo os trabalhos parlamentares sido interrompidos por isso:

“Já que o coito - diz Morgado -
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.
Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou - parca ração! -
uma vez. E se a função
faz o órgão - diz o ditado -
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.”

Natália Correia

A pistolinha

pistolinha da Hello Kitty e Tiro ao Álvaro

via Sembikini


Adoniran Barbosa e Elis Regina

Rostos 21

02/07/08

A Presidente do PSD

«Eu não sou suficientemente retrógrada para ser contra as ligações homossexuais, aceito-as, são opções de cada um, é um problema de liberdade individual sobre o qual não me pronuncio. Pronuncio-me, sim, sobre o tentar atribuir o mesmo estatuto àquilo que é uma relação de duas pessoas do mesmo sexo igualmente ao estatuto de pessoas de sexo diferente».
«Admito que esteja a fazer uma discriminação porque é uma situação que não é igual. A sociedade está organizada e tem determinado tipo de privilégios, de regalias e até de medidas fiscais no sentido de promover a família como algo que tem por objectivo a procriação. É uma realidade. Chame-lhe o que quiser, não chame é o mesmo nome. Uma coisa é casamento, outra coisa é qualquer outra coisa».
Manuela Ferreira Leite.

Classe Média

Surdo, Cego e Mudo


Não conhecem esta personagem?